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1 de janeiro de 2026

Terra em transe climático!

  

Imagem Freepick.

Os especialistas e os cientistas estão avisando há décadas que o ritmo de destruição do planeta causará danos irreversíveis a população e a Terra. A poluição causada pelos grandes países, destruição das matas com queimadas e transformação em pastos, são alguns dos muitos malefícios causados pelos homens e sua ganância desmedida.

Nos países com educação de qualidade muitas medidas já formam tomadas para a preservação do meio ambiente. Entretanto, justamente os maiores poluidores são aqueles que possuem líderes negacionistas que disseminam mentiras sobre a realidade dos efeitos climáticos. O bufão Donald Trump é um destes líderes que trabalham contra a verdade da ciência e dos fatos.

Nos países subdesenvolvidos, caso do Brasil, denominado de “em desenvolvimento” faltando acrescentar “eterno”, a ignorância do povo, a falta de cultura são determinantes no processo de destruição de biomas inteiros. A mata atlântica, cerrado e a floresta amazônica sofrem nas mãos de garimpeiros, invasões de fazendeiros querendo ampliar seus pastos, latifundiários e todo tipo de criminosos que deveriam ser condenados à pena máxima pelos seus crimes ambientais.

A ciência não proíbe o desenvolvimento sustentável, apenas tem regras e leis para que isso possa ocorrer sem a destruição de matas, rios e áreas de preservação ambiental. São muitas as formas de ganhar dinheiro sem destruir o ambiente. Esses negócios, frequentemente chamados de empreendimentos sustentáveis, eco empreendimentos, ou negócios de impacto ambiental positivo, buscam conciliar resultados econômicos com benefícios ecológicos e/ou sociais.

Tipos de empreendimentos que beneficiam o meio ambiente:

1. Negócios de reciclagem e economia circular

Empresas que transformam resíduos em novos produtos ou materiais reciclados, reduzindo lixo e a necessidade de extrair novos recursos.

·        Cooperativas de reciclagem que transformam plástico em produtos (ex.: parceria entre cooperativas brasileiras e marcas de calçados)

·        Móveis ou objetos feitos com madeira recuperada ou plástico reciclado

2. Agricultura sustentável e bioeconomia

Empreendimentos que produzem alimentos de forma ecológica, promovem biodiversidade ou usam recursos naturais sem degradar o ambiente.

·        Agricultura orgânica e agro florestal

·        Produtos de bioeconomia usando ingredientes naturais de florestas sem desmatamento (como iniciativas no Amazonas)

3. Sustentabilidade no vestuário e artesanato

·        Marcas que usam materiais reciclados ou orgânicos para roupas e acessórios, reduzindo a poluição da indústria têxtil

·        Artesanato sustentável que reaproveita resíduos em produtos úteis

4. Transporte ecológico

Serviços de transporte com baixa emissão de carbono, incentivando o uso de bicicletas, veículos elétricos ou soluções eficientes de logística.

5. Alimentação saudável e baseada em plantas

Negócios focados em alimentos plant-based ou agricultura regenerativa ajudam a diminuir a pegada de carbono da produção de alimentos.

6. Construção sustentável e arquitetura verde

Empreendimentos que projetam e constroem edificações com baixo impacto ambiental, incluindo uso de materiais eco certificados e eficiência energética, como projetos com certificações verdes.

7. Startups e tecnologias ambientais

Inovações voltadas para:

·        remediação de solos e água poluídos

·        captura de carbono do ar

·        soluções de limpeza oceânica ou redução de emissões

8. Turismo ecológico

Agências e empresas que promovem ecoturismo responsável, viagens em áreas naturais com respeito à conservação dos ecossistemas.

Porém, os criminosos preferem a ganância, o lucro fácil fora da lei, pouco se importando com a natureza e o meio ambiente. Governo federal estaduais e municipais não cumprem seu papel na fiscalização e na punição aos delinquentes que queimam matas, exploram madeiras seculares e destroem biomas impunemente. 

Autor: Rafael Moia Filho – Escritor, Acadêmico da ABLetras, Blogger, Analista Político e Graduado em Gestão Pública.

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