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A divulgação das pesquisas de março/26, por mais que não acreditemos nos institutos, traz empate técnico entre o Lula e o filho do presidiário. É difícil, ou até impossível, acreditar que alguém possa dar seu voto a esse sujeito que passou a vida amealhando dinheiro através de rachadinhas em seus gabinetes e protegido das investigações da PF e MP/RJ pelo presidiário.
A única coisa que ele fez foi comprar uma mansão sem ter lastro dos seus vencimentos e com total falta de transparência. Nunca aprovou um projeto sequer em sua vida de deputado estadual e senador pelo RJ.
Talvez tenhamos mais uma eleição em que milhões de eleitores irão votar com ódio, contra o inimigo inexistente e concedendo seus votos a um pulha medíocre que, uma vez eleito, irá tirar o que resta dos benefícios dos trabalhadores e aposentados deste país.
Eu posso até entender o voto dado ao Fernando Collor em 1990, assim como os votos consagrados a Paulo Maluf em SP. Afinal, havia razões e motivos que nos faziam entender através da política aqueles movimentos do eleitorado.
Porém, isso é passado. O que estamos assistindo hoje é algo assustador. Não se trata de discordar da conduta ou do trabalho do atual presidente, mas sim de odiar aquilo que eles não sabem explicar. Porque o ódio disseminado pelos políticos de direita não tem argumentação válida e é calcado em mentiras que esse eleitorado absorve como esponjas na água.
Votam contra o quê? O comunismo? Os preços que são manipulados pelos empresários de direita? Lula em seu governo erra e acerta, porém, trabalha em prol da sociedade.
O oponente é um fantoche, um nada, sobrevivente das investigações policiais que o pai protegeu afastando delegados da PF e manipulando o MP/RJ. Um político que não tem projetos de governo, mas diz que dará continuidade a gestão desastrosa do pai.
Com certeza os que votarem nele irão levar o país para o mesmo buraco que Milei enfiou a Argentina, culminando com a reforma trabalhista que pune trabalhadores com até 12 horas diárias, aposentadorias cada vez mais impossíveis de serem obtidas e uma vida muito pior do que os brasileiros estão levando atualmente. Incompreensível essa burrice que se avizinha através das pesquisas e que podem levar o país para o caos.
Se eleito, vai tentar desesperadamente libertar o pai do presídio e da condenação de 27 anos de regime fechado. Vai tentar privatizar as grandes empresas como Petrobras. Endurecer ainda mais a vida dos trabalhadores com adendos a reforma trabalhista implantada por Temer.
Com toda certeza vai punir o povo pobre, em especial aqueles que vivem no nordeste do país. Trabalhará (sic) para proteger os ricos, os grandes latifundiários, os que destroem o meio ambiente, e terá ao seu lado os mesmos personagens medíocres que estiveram junto com seu pai, exceto os que eventualmente continuarem na prisão.
Autor: Rafael Moia Filho – Escritor, Acadêmico da ABLetras, Blogger, Analista Político e Graduado em Gestão Pública.



