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20 de agosto de 2026

Fernando Nogueira da Costa: Jornalismo sem pluralismo!

 

1. Há, no jornalismo econômico brasileiro, narrativas recorrentes apresentadas muitas vezes como se fossem proposições técnicas incontroversas, quando na realidade dependem de escolhas teóricas, institucionais e distributivas. Isso não significa toda crítica fiscal ser um “mito”, nem a inflação ter deixado de importar. Significa ser necessário distinguir identidades contábeis, restrições institucionais, hipóteses comportamentais e juízos normativos.

Os dados atuais tornam essa discussão oportuna. O recorrente diagnóstico mandatório de economista fiscalista midiático – “a dívida pública terá de ser paga” – é uma formulação enganosa. Um Estado sem dívida externa e com títulos de dívida pública em moeda nacional, isto é, risco soberano, não funciona como uma família na qual herdeiros têm de liquidar todas as dívidas do finado antes de receber eventual herança. A dívida pública é normalmente refinanciada: títulos vencem, o Tesouro os resgata e simultaneamente emite outros.

O Tesouro Nacional administra emissões, resgates, estoque, vencimentos e reserva de liquidez – justamente porque administrar a dívida pública significa gerir continuamente seu refinanciamento. Os detentores de títulos de dívida pública – Instituições Financeiras em torno de 31,8% do total dos títulos; Fundos de Previdência: aproximadamente 22,6%; Fundos de Investimento: cerca de 21,6%; Não residentes (Estrangeiros): 10%; Seguradoras, Governo e Tesouro Direto com participações menores – estão interessados nos permanentes rendimentos de juros. Logo, quando há vencimentos dos títulos públicos, compram outros.

A pergunta economicamente relevante não é: “Quando o Brasil pagará sua dívida?”, mas sim: “Em quais condições o Estado conseguirá refinanciar sua dívida ao longo do tempo?” Isso desloca radicalmente o problema.

O limite não é uma imaginária data de quitação do estoque, mas a interação entre taxa de juros, crescimento nominal do PIB, resultado primário, composição e maturidade da dívida, demanda dos investidores por títulos e credibilidade político institucional. Simplificadamente: Δ(d) ≈ (r−g) d – p; onde (d) é dívida/PIB, (r) é o juro real efetivo, (g) é o crescimento da renda (ou arrecadação fiscal) e (p) é o superávit primário. Essa equação mostra algo obscurecido pelo debate jornalístico sem pluralismo: uma taxa real de juros muito elevada pode desestabilizar a dívida mesmo com um resultado primário relativamente próximo do equilíbrio.

2. Bancos, fundos de investimento, fundos de pensão, seguradoras e famílias não desejam necessariamente “livrar-se” da dívida pública. Para eles, o passivo do governo é ativo financeiro.

O título público é simultaneamente: Passivo do Estado = Ativo financeiro dos detentores, inclusive bancos públicos e governos. Por isso, “eliminar a dívida pública” significaria também eliminar parcela importante dos ativos seguros usados na gestão patrimonial privada e nos balanços de entidades públicas. Nos números fiscais há uma assimetria e precisam ser distinguidos entre realizados e projetados. Aproximadamente 0,5% do PIB de déficit primário e 8,5% de juros são valores projetados para 2026 no cenário base da IFI do Senado.

Segundo o Banco Central, em doze meses, o setor público consolidado acumulou déficit primário de R$ 157,2 bilhões, equivalente a 1,19% do PIB. No acumulado em doze meses até junho, os juros nominais alcançaram R$ 1,16 trilhões (8,8% do PIB). O resultado nominal do setor público consolidado, incluindo o resultado primário e os juros nominais apropriados, no acumulado em doze meses, teve déficit nominal de R$ 1,31 trilhões (9,99% do PIB).

Mesmo usando o dado realizado, a diferença é extraordinária: a conta de juros é cerca de 7,4 vezes o déficit primário. Isso não demonstra ser qualquer gasto social irrelevante fiscalmente. Previdência, saúde e educação precisam ser financiadas dentro da capacidade fiscal e tributária do Estado.

Mas enfraquece a narrativa ortodoxa dos “fiscalistas”, segundo a qual o déficit nominal brasileiro seria essencialmente consequência de um “Estado gastador” em políticas sociais. Contabilmente, hoje, a grande diferença entre um déficit primário relativamente pequeno e o enorme déficit nominal é a conta de juros. Aqui aparece um segundo mito: confundir déficit primário com “gastos sociais”. Nessa sutileza conceitual, o resultado primário não mede simplesmente: gastos sociais – receitas. Ele agrega receitas e despesas primárias de diversas naturezas. Portanto, não podemos inferir serem saúde, educação ou Previdência os únicos responsáveis diretos pelo déficit primário de 1,19% do PIB.

Apesar de todo o conjunto das despesas primárias do Estado, grande parte delas sociais, receitas tributárias financiam quase integralmente essas despesas. O desequilíbrio líquido primário é pequeno, quando comparado à despesa líquida com juros. Essa formulação factual é difícil de contestar.

3. A baixa inflação demonstra a natureza do problema. O IPCA de julho foi apenas 0,07%, acumulando 3,44% em 2026 e 4,44% em doze meses. Enquanto isso, a Selic está em 14% ao ano. O próprio Copom caracteriza esse nível como “significativamente contracionista”.

Logo, há uma questão econômica legítima, merecedora de debate plural. Não se deve simplesmente subtrair os dois números para obter o juro real ex ante – o correto é considerar a inflação esperada –, mas qualquer medida razoável aponta para juros reais excepcionalmente elevados.

Por isso, a inflação em nível historicamente baixo deixou de justificar, por si só, toda a discussão macroeconômica brasileira continuar girando em torno do combate inflacionário, sem ponderação equivalente dos efeitos patrimoniais, fiscais, distributivos e produtivos da taxa de juros.

Fundamento a “estagdesigualdade” com a Teoria do valor financeiro, elaborada por mim em um livro digital. A Selic elevada produz efeitos diferentes sobre dois circuitos: (i) No circuito da renda e produção: Juros↑ → Crédito mais caro → Alavancagem empresarial↓ → Investimento↓ → Demanda↓ → Crescimento da renda↓; (ii) No circuito da capitalização patrimonial: Selic↑ → CDI↑ → Renda fixa↑ → Juros compostos → Patrimônio financeiro↑.

Isso cria uma configuração paradoxal: fluxo de renda crescendo lentamente + estoque financeiro capitalizando rapidamente. É precisamente aí onde o conceito de estagdesigualdade ganha força analítica. Quem depende predominantemente do trabalho vive no circuito do fluxo de renda relativamente estagnado, diante do padrão da Era desenvolvimentista. Quem já acumulou grande patrimônio financeiro participa intensamente do circuito de capitalização.

Há um feedback: Selic elevada → despesa pública com juros → renda financeira privada → acumulação patrimonial → maior concentração de riqueza. Simultaneamente: Selic elevada → custo de capital → menor alavancagem financeira da produção → menor investimento → menor crescimento da renda. A combinação dos dois circuitos produz justamente: Estagdesigualdade = baixo dinamismo do fluxo de renda (estagnação relativa) + capitalização assimétrica dos estoques (desigualdade patrimonial).

4. Há quatro contrapontos importantes a uma visão indiferente ao problema fiscal.

Primeiro, rolar dívida não significa inexistir restrição fiscal. Se investidores exigirem taxas crescentes, encurtarem prazos ou alterarem a composição desejada de suas carteiras, o custo de refinanciamento aumenta.

Segundo resultado primário importa, particularmente porque interage com (r-g). Juros altos tornam necessário um resultado primário maior para estabilizar dívida/PIB; mas déficits primários persistentes também aumentam o estoque sobre o qual os juros incidem. Terceiro, juros não constituem simplesmente uma transferência do Estado para “rentistas”. Os títulos pertencem direta ou indiretamente a fundos de pensão, fundos de investimento, bancos, seguradoras, empresas e pessoas físicas. O efeito distributivo precisa ser medido pela propriedade final desses ativos.

Quarto, não é possível atribuir toda a baixa taxa de investimento à Selic. Expectativas de demanda, infraestrutura, tecnologia, câmbio, tributação, incerteza política, capacidade instalada e perspectivas de rentabilidade também entram na decisão empresarial.

O verdadeiro problema jornalístico brasileiro é, portanto, o reducionismo ortodoxo fiscalista – e não “fake news econômicas”. Mitos econômicos são produzidos pela transformação de uma interpretação teórica convencional, muitas vezes uma crença equivocada, em senso comum jornalístico. Forma-se uma cadeia: hipótese teórica → interpretação de economistas neoliberais → consenso do mercado → jornalismo econômico → opinião pública. No fim dessa cadeia, deveria falsear a hipótese inicial – e não a conclusão aparecer como se fosse um fato.

“Dívida tem de ser paga”, “o governo precisa fazer a mesma coisa de uma família”, “déficit público decorre de excesso de gasto social”, “juros altos são simplesmente consequência do risco fiscal” e “qualquer inflação acima da meta exige juros extremamente elevados” são proposições discutíveis, não identidades contábeis.

A alternativa plural não seria simplesmente inverter todas elas. Seria mostrar ao leitor as causalidades concorrentes e seus feedbacks: de um lado, Selic elevada → déficit nominal maior → dívida pública / PIB maior → pressão por ajuste fiscal; de outro lado: Selic elevada → menor alavancagem financeira → menor investimento. Ambas as resultantes se sobrepõem e resultam em: menor crescimento da renda → menor arrecadação tributária → piora fiscal. Em contrapartida, no estoque de riqueza: Selic elevada → rendimentos financeiros → juros compostos → capitalização patrimonial → concentração da riqueza.

Essa abordagem sistêmica muda a pergunta central. Em vez de discutir isoladamente “gasto público demais ou de menos?”, passa-se a investigar como política monetária, política fiscal, estrutura financeira, distribuição patrimonial e crescimento interagem e se retroalimentam.

Nesse enquadramento da complexidade, minha hipótese pode ser formulada de maneira provocadora de um debate plural: o problema macroeconômico brasileiro contemporâneo não é simplesmente um “déficit fiscal”, mas sim uma configuração financeiro fiscal na qual juros muito elevados simultaneamente ampliam o déficit nominal, remuneram estoques de riqueza, encarecem a alavancagem e restringem a expansão do fluxo de renda e, portanto, da arrecadação fiscal.

Esta é uma hipótese de Economia Política a ser testada empiricamente. É justamente o tipo de hipótese ausente quando o debate econômico é apresentado como se houvesse apenas uma interpretação tecnicamente admissível. 

Autor: Fernando Nogueira da Costa é professor titular do Instituto de Economia da Unicamp e autor, entre outros livros, de Brasil dos Bancos, da Edusp https://amzn.to/4dvKtBb.

Vorcaro e Flávio Bolsonaro resumem 50 anos da Lei de Gérson

 

Banqueiro do Brasilinvest está na origem, mas é o caso do Master que melhor ilustra a ideia de "levar vantagem em tudo".

Sou chegado em uma efeméride. Principalmente quando o assunto da data é algo tão afetivo quanto um velho comercial de tv da nossa juventude.

A Lei de Gérson acabou de completar 50 anos neste 2026. Viva? Nada disso.

“Gosto de levar vantagem em tudo, certo? Leve vantagem você também, leve Vila Rica!” Era uma simples propaganda de cigarros, lembra? porém virou a síntese do caráter do brasileiro e rendeu infinitos simpósios nas universidades e nos botecos.

No cinquentenário da lei informal que mais funciona no dia a dia do país, o seu maior representante é o banqueiro bandido Daniel Vorcaro, óbvio. Seguido, naturalmente, por toda a turma que levava vantagem da vantagem, como o senador Flávio Bolsonaro, candidato do PL à Presidência.

O filho 01 de Jair levou do dono do Master pelo menos R$ 61 milhões, conforme confissão em telefonema revelado pelo Intercept Brasil. A grana seria para a realização do filme “Dark Horse”. Quase cem dias depois do estouro da notícia, Flávio nada explicou direito sobre a mutreta.

“Gosto de levar vantagem em tudo, certo?” E ficou por isso mesmo. A Polícia Federal e o ministro STF André Mendonça (relator do inquérito sobre o caso no STF) nada fizeram para mover a história.

Em 50 anos da lei dos espertos, só o próprio ex-atleta que batiza a regra foi prejudicado.

Em campo, Gérson era o cérebro da Seleção Brasileira tricampeã do mundo de 1970.

Combativo, leal e capaz de dribles e lançamentos espetaculares, o meio-campista nunca usou de artimanhas ou malandragens para passar a perna nos adversários ou ludibriar os colegas de equipe. Sempre foi um exemplo de ética no meio esportivo.

Por causa de um anúncio publicitário, porém, seu nome virou batismo de uma lei que nem está no papel, mas representa tudo que nós entendemos como “jeitinho brasileiro”.

A Lei de Gérson surgiu em 1976, depois da campanha da agência Caio Domingues & Associados para a marca Vila Rica. No comercial de televisão, o craque exaltava as qualidades do produto: “É gostoso, suave e não irrita a garganta. Por que pagar mais caro se o Vila me dá tudo aquilo que eu quero de um bom cigarro?”

Até aí, tudo bem. O que pegou mesmo foi a mensagem final, quando ele, com um sorriso maroto, olha para a câmera e diz: “Gosto de levar vantagem em tudo, certo? Leve vantagem você também, leve Vila Rica!”

Em poucos dias de exibição, os brasileiros repetiam aquele slogan em várias situações do cotidiano, sempre no sentido de tirar proveito — assim a lei informal é mantida até agora. O atleta já havia se aposentado quando gravou a propaganda. Foi escolhido por ser realmente um fumante de prestígio. O torcedor estava habituado a vê-lo com cigarro em fotos antes das partidas e até em intervalos de jogos.

A frase interpretada pelo jogador era repetida nos botecos pés-sujos e nos restaurantes de luxo, mas o uso da expressão Lei de Gerson só pegou nos anos 1980, quando o repórter Maurício Dias, da revista semanal “Isto É” a utilizou em uma entrevista com o psicanalista pernambucano Jurandir Freire Costa.

Para o publicitário Eduardo Domingues, diretor da agência responsável pelo anúncio, o sentido antiético só ganhou força mesmo em 1981, quando a revista Exame deu o título “Lei de Gérson” a uma reportagem sobre a quebradeira do banco Brasilinvest, do empresário Mario Garnero.

A mesma agência ainda tentou reduzir o efeito negativo com um novo comercial. “Levar vantagem não é passar ninguém para trás, é chegar na frente”, explicava o reclame. Tarde demais. A lei que não saiu das nossas casas legislativas — e sequer foi escrita em algum lugar — já estava consolidada na sociedade brasileira.

O “Canhotinha de Ouro” jamais pensou que a sua atuação fora de campo pudesse render tanta polêmica.

“Eu fiz uma propaganda, fui um artista ali, como tantos outros. A ideia foi essa, a de levar vantagem em tudo porque esse cigarro era mais barato que os outros. Todo cigarro é igual, não é? Mas esse aqui é melhor porque é mais barato”, disse. “Aí eles pegaram essa vantagem como se fosse pernada nos outros, passar os outros para trás. É a lei do Gérson. Lei do cacete, porra. Não tenho nada com isso aí.”

Na sua carreira no futebol, Gérson de Oliveira Nunes, nascido em Niterói (RJ) em 1941, jogou pelo Flamengo, Botafogo, São Paulo e Fluminense. Comentarista esportivo, passou pelas rádios Globo e Bandeirantes, além dos canais de TV CNT/Gazeta e Band.

No momento, o craque está na Super Rádio Tupi (Rio) e mantém o “Canhotinha 70”, um canal no YouTube. 

Autor: Xico Sá - Escritor e jornalista, faz parte da equipe de apresentadores do ICL Notícias. Com passagem por diversas redações e emissoras de tv, ganhou os prêmios Esso, Folha, Abril e Comunique-se. Participou de programas como Notícias MTV, Cartão Verde (Cultura), Redação SporTV, Papo de Segunda (GNT) e Amor & Sexo (Globo). É autor de Big Jato (Companhia das Letras) e A Falta (Planeta), entre outros livros. O colunista nasceu no Crato, na região do Cariri cearense, e iniciou sua trajetória profissional no Recife.

19 de agosto de 2026

Quem não faz, rouba e depois espalha mentiras!

 

Se alguém te perguntar o que foi que Bolsonaro fez de bom para o Brasil, mostre essa lista abaixo com algumas coisas que ele fez. Mas, só mostre para patriotários, porque as demais pessoas têm inteligência e discernimento para saber que tudo era mentira. Essa relação abaixo com 60 itens está sendo divulgada em aplicativo de comunicação para tentar ludibriar os eleitores. Corrigi com a verdade e repasso a todos.

1. Criou o PIX – Mentira. Pix foi criado antes dele tomar posse pelo BC em 2018.

2. Deu 33% de aumento aos professores. Mentira.

3. Deu 92% de desconto aos alunos que deviam o FIES. Mentira.

4. Aumentou o Bolsa Atleta de mil para oito mil reais. Mentira.

5. Possibilitou a transferência de veículos sem cartório. Mentira.

6. Criou a tecnologia 5G brasileira. Mentira.

7. Obteve recordes na exportação brasileira. Mentira.

8. Obteve superavit na balança comercial do Brasil. Mentira.

9. Criou o programa Água Doce. Mentira. Foi criado por Lula em 2004.

10. Possibilitou a prova de vida dos idosos pelo celular. Mentira.

12. Zerou impostos federais para gasolina e gás. Mentira.

13. Reduziu imposto e teve recordes na apuração. Mentira.

14. Fez voltar os jogos estudantis. Mentira.

15. Mais de 380 mil casas entregues.  Projeto Casa Verde e Amarela. Mentira. O único projeto habitacional é o Minha Casa minha Vida do Lula

16. Primeira feira do Grafeno do Brasil. Mentira.

17. Parceria com a Nasa na Missão Artemis. Verdade

18. Transposição do Rio São Francisco, parada há décadas - Água para o Nordeste. Mentira. Pergunte a um nordestino.

19. Aumentou de 180,00 no Bolsa Família para 600,00 com o programa Auxílio Brasil. Mentira. O aumento citado foi na reta de chegada da eleição.  

20. Construção de 2 adutoras no agreste e Seridó. Mentira.

21. Lucro recorde para na CAIXA Econômica. Mentira. 

22. Saúde para os povos indígenas aumentou em 30%. Mentira.

23. Asfaltamento para a Transamazônica, a 230. Mentira.

24. Ferrovias construídas: Mentira. Tem algumas que sequer foram construídas.

Ferrovia do Sol - Ferrovia Paraná - Ferrovia Mato Grosso

Ferrovia Tocantins e Ferrovia Goiás

24. Combate ao garimpo ilegal – Mentira. Além de mentira é o contrário o que aconteceu, o criminoso do Bolsonaro permitiu garimpo ilegal.

25. Alterou a Lei ROUANET - Mentira

26. Melhoras na educação desde 2005 - Mentira

27. Perfuração de poços de gás na Amazônia - Mentira

28. Combate ao narcotráfico como nunca antes - Mentira

29. Combate à corrupção nunca visto antes - Mentira

30. Terminando as obras paradas de vários anos. Mentira – Só inaugurou uma ponte de madeira em 4 anos.

32. Lançamento de 3 satélites para monitoramento da AM - Mentira

33. Carteira de motorista agora válida por 10 anos. Congresso criou e Bolsonaro aprovou.

34. Carteira nacional digital para estudantes - Verdade

35. Deu mais de 100 mil títulos de terra em Mato Grosso - Mentira

36. Privatização de estatais que não funcionavam bem e desnecessárias para governo. Mentira

37. Construção do Complexo solar na Paraíba - Mentira

38. Curso online para instrução/capacitação de professores Mentira

39. Construídas várias infraestruturas como Anel Viário de Fortaleza.  BR 222. BR 022. BR 285. BR 116. Rota Bioceânica Chile- Brasil.  Ponte de integração Brasil Paraguai. Tudo Mentira

40. Menor taxa de juros da história do Brasil - Mentira

41. Ampliação e investimentos nas usinas de energia eólicas e fotovoltaicas - Mentira

42. Pensão vitalícia para os filhos com Zica Vírus. Verdade

43. Vacina 100% brasileira para covid, Versamune. Mentira

43. Fez voltar o patriotismo nos brasileiros. Mentira

44. Nos fez ver as coisas erradas que ficavam escondidas dos brasileiros. "Conhecereis a verdade e a verdade vos libertará". Mentira

45. Defendeu abertamente a importância da liberdade, da igreja, da família e de Deus. Verdade. Algo que todos os demais presidentes sempre defenderam.

46. Lutou pela moralização na política e no governo. Mentira

47. É a favor de um estado menor e com menos interferência do estado na vida do povo. Verdade

48. Defendeu a liberdade Econômica e dos empreendimentos. Verdade

49. Diminuiu a burocratização de muitas coisas no Brasil - Mentira

50. É contra o neo comunismo, da ideológica partidária nas escolas, a ideologia de gênero e do aborto. Verdade. Entretanto não existe em lugar nenhum do planeta neo comunismo. Isso é uma farsa

52. Defendia e defende a família tradicional, os valores cristãos e a honestidade com o dinheiro público. Mentira. Casou três vezes, e nunca foi honesto. Nunca explicou como conseguiu comprar 107imóveis sendo político.

53. Recuperou a Petrobras que deu lucro de mais de 40 bilhões. Mentira

54. Fez os brasileiros a voltar a acreditar e ter esperança no Brasil. Mentira

55. Pediu para que o exército cavasse poços de água no sertão. Mentira

56. Fez diminuir as invasões de terra pelo MST. Verdade

57. Fez diminuir a criminalidade no país - Mentira

58. Mostrou que sem roubar sobra dinheiro para muitas coisas. Mentira. Sob seu governo houve muitos casos de corrupção, apenas ele evitou que a PF investigasse os casos que envolviam seus filhos e seu governo.

59. Com seu jeito de ser expressou o desejo, sentimento e o que o povo pensa. Mentira

60. Mostrou que ama o Brasil e está pronto a dar a vida por uma pátria livre. Mentira. Bolsonaro está preso, foi condenado por 27 anos de cadeia por tentar dar um golpe na Nação, apenas para poder se perpetuar no poder. 

Autor: Rafael Moia Filho – Escritor, Acadêmico da ABLetras, Blogger, Analista Político e Graduado em Gestão Pública.