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25 de outubro de 2020

Este não é um simples artigo, mas sim, um apelo pela vida!

O Brasil é mesmo um país estranho, torra milhões com futilidades, desperdiça outros milhões em coisas desnecessárias além de perder bilhões anualmente com corrupção. Entretanto faz economia “burra” através da cegueira de seus dirigentes políticos. Os gastos com saúde pública são um triste exemplo para a sociedade brasileira. Com orçamentos bilionários não tratam da saúde e sim da doença, correndo atrás do próprio rabo enquanto milhares de brasileiros morrem sem ter medicamentos e acesso as curas.

Um exemplo simples e muito significativo está quando uma criança brasileira nasce e por economia burra não tem o exame ampliado do teste do pezinho realizado gratuitamente pelo SUS. Ao invés disso, o exame usado prevê apenas seis doenças com o diagnóstico de fenilcetonúria, hipotireoidismo congênito, doença falciforme e outras hemoglobinopatias, fibrose cística, hiperplasia adrenal congênita e deficiência de biotinidase.

O Instituto Vidas Raras e outras entidades e ONGs comandam iniciativa para que o procedimento feito no sistema público de saúde identifique 53 doenças raras.

O Teste do Pezinho, que faz parte do Programa Nacional de Triagem Neonatal do Sistema Único de Saúde (SUS), é feito preferencialmente entre o segundo e o quinto dia de vida do bebê para identificação de seis doenças genéticas, endocrinológicas e metabólicas.

Na rede particular o exame básico detecta 12 doenças, o ampliado 30, o Plus 33, o Master 38, o Expandido 60 e o Completo mais de 100 tipos de possíveis anomalias. São realizadas todas as variações do exame, que é bastante simples, mas de fundamental importância para os bebês.

Entre as doenças não previstas no teste do pezinho do SUS está a gravíssima “Acidúria Glutárica” que é uma doença hereditária do metabolismo dos aminoácidos lisina, hidroxilisina e triptofano, causada pelo déficit da enzima desidrogenase do glutaril-CoA. Trata-se de uma doença de transmissão autossômica recessiva, estando atualmente conhecidas mais de 150 mutações no gene responsável. A doença mata progressivamente os neurônios da criança sempre que ela se alimenta de proteínas.

A criança portadora dessa doença nasce saudável, porém se não for detectada a doença ela terá problemas neurológicos que entre outras coisas a deixarão numa cadeira de rodas sem poder movimentar ou sustentar seu próprio corpo.

E porque o SUS, o Ministério da Saúde e o Governo Federal não mudam essa situação implantando o teste ampliado? A famosa economia sem nexo, não querem gastar com o povo mais simples que usam o SUS. Pois os ricos ou as pessoas com melhores condições financeiras possuem planos de saúde onde estes testes são realizados E o pior, os pais não são informados pelo sistema (Médicos, Enfermeiras, etc.) sobre a necessidade da realização do teste ampliado.

          Para mudar essa situação é preciso incomodar o governo com milhões de assinaturas que serão transformadas em lei federal e assim o governo e o SUS irão cumprir a sua simples obrigação de proteção a criança e aos pais.

Para assinar o abaixo assinado solicitando a ampliação do Teste completo do Pezinho basta acessar o Site e assinar o pedido.

 https://pezinhonofuturo.com.br/e

Autor: Rafael Moia Filho: Escritor, Blogger e Graduado em Gestão Pública.

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