Foto reprodução.
Em 2017, quando um deputado medíocre do baixo clero, expulso do exército por má conduta e tentativa de explosões de bombas se candidatou a presidência, surgiram apoiadores fascistas de todos os lados. Em comum, o fato de resolverem usar a camiseta amarela da seleção brasileira. Como se isso fosse o máximo do patriotismo.
Coincidência ou não, a seleção brasileira de futebol começou sua decadência justamente quando sua camiseta amarela passou a ser utilizada como símbolo do fascismo, vandalismo, de pessoas da sociedade que disseminam o ódio, mentiras e apoiam um genocida vagabundo.
As demais pessoas, na maior parte torcedores que não apoiavam aquele candidato que foi eleito em 2018, passaram a não utilizar mais a camiseta amarela da CBF. A peça do uniforme da seleção ficou amaldiçoada e ao ver alguém vestindo-a logo se imagina ter pela frente um patriotário.
A fabricante do uniforme com contrato milionário com a CBF, em alguns momentos já manifestou sua preocupação com a baixa venda daquela peça do uniforme da seleção. Pensou em mudar, mas a CBF, administrada por gente sem a mínima qualificação esportiva e de marketing, recusou a troca.
O declínio da seleção que veio depois está nas costas do presidente da CBF, fraco, despreparado e sem capacidade para ocupar tal cargo. Somam-se a isso, jogadores sem alma, brilho e caráter. Uma mídia vira lata que é ufanista e desconectada da atualidade. O mundo viu suas seleções evoluírem tanto quanto nós vimos um time que é a cara de Neymar...
Levará muitos anos para que a seleção volte a jogar um bom futebol, ainda mais tempo levará para que as pessoas inteligentes deste nosso imenso país, esqueçam que a camiseta amarela virou símbolo da tirania, do ódio, do fascismo, do oportunismo de um político baixo, rasteiro, ignóbil que a cada final de semana vestia uma camiseta de clube diferente, pensando estar agradando milhões.
O fascismo da direita nacional não produziu nada relevante, não tem legado e está sempre associada a mentira, ao ódio, desprezo pelas pessoas mais pobres e aliadas a uma religião. Esse mesmo fascismo contém a distorção dos fatos históricos tentando mascarar a verdade com narrativas falsas, disseminadas em grupos de WhatsApp e Telegram.
Autor: Rafael Moia
Filho – Escritor, Acadêmico da ABLetras, Blogger, Analista Político e Graduado
em Gestão Pública.
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