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1 de junho de 2026

As conquistas que se juntam a escala 5X2 ao longo do tempo!

 

Ao longo dos tempos, desde o século XX, sempre que algo foi criado para ajudar, auxiliar a classe trabalhadora, houve reclamações inúmeras dos empresários, dos comerciantes, industriais e banqueiros.

Para ajudar na compreensão dos fatos, segue abaixo um pequeno resumo da trajetória da nossa economia em diversos períodos:

 

1960–1980: A economia viveu sua fase de maior expansão, o chamado “milagre econômico” nos anos 70. O PIB per capita cresceu mais de 826% apenas neste ciclo, acompanhando a intensa urbanização e industrialização.


1980–1999: Conhecido como a “década perdida”, o período foi marcado por crises da dívida e hiperinflação, gerando estagnação.

2000–2026: Após a estabilização da moeda pelo Plano Real, o país experimentou um ciclo de crescimento, puxado pelo boom das commodities nos anos 2000, seguido por uma forte recessão na metade da década de 2010 e expansões pós-pandemia, registrando altas recentes de 3,4% em 2024 e 2,3% em 2025.

Não existe nenhum estudo científico que comprove que os direitos trabalhistas prejudicaram a economia. Apenas falácias espalhadas pelos empresários, sindicatos patronais, mídia, e principalmente, os deputados de direita subservientes do sistema.

As conquistas dos trabalhadores:

1925 – Férias;

1936 – Salário Mínimo

1960 – 13º Salário

1966 – Aposentadoria

1967 – FGTS

2026 – Fim da escala 6X1

Curiosamente, em todas estas oportunidades a economia não quebrou, as empresas não quebraram e houve muito crescimento nas ocasiões anteriores. Porque então políticos de extrema direita bolsonaristas espalham medo, mentiras e ódio?

Os deputados dos partidos de direita e da extrema direita bolsonarista atuam no Congresso Nacional em duas frentes a saber: 1ª A favor dos ricos, dos grandes investidores do Mercado Financeiro, das Bets e daqueles que financiam suas campanhas eleitorais. 2ª Atuar contra a sociedade, vetando tudo aquilo que o governo propuser, independentemente da sua importância. Agem de forma a enaltecer o “quanto pior para o país, melhor para a direita”. 


Autor: Rafael Moia Filho – Escritor, Acadêmico da ABLetras, Blogger, Analista Político e Graduado em Gestão Pública.

 

Dados do post são de estudos do IBRE/FGV.

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