27 de março de 2013

Existe saúde pública do outro lado do oceano atlântico

Renda-se, como eu me rendi. Mergulhe
no que você não conhece como eu
mergulhei. Não se preocupe em entender,
viver ultrapassa qualquer entendimento.
Clarice Lispector

No Brasil vivemos há muitos anos sem que nossa sociedade tenha um sistema de saúde de qualidade, com atendimento digno, forjada por profissionais qualificados e voltados para a cura dos milhares de pacientes que passam pelos Postos de atendimento, hospitais diariamente. Além de uma adminsitração séria, proba e que saiba utilizar dos recursos do povo para o sistema unicamente.

Na região sul e sudeste o atendimento é precário, nas demais regiões inexiste qualificação para designarmos o que a população dispõe em suas cidades, ou na maioria delas por sinal, atendimento distante de trezentos a quatrocentos quilômetros de suas casas.

Faltam hospitais, prontos socorros, unidades básicas de atendimento e profissionais qualificados em quase todo o nosso país. Sobram médicos nas cidades de São Paulo, Rio de Janeiro e Belo Horizonte, ocorrendo problemas no interior destes Estados mais ricos também.

O povo começa a ter dificuldade inclusive nos atendimentos feitos por Planos de Saúde renomados em todo país. Mesmo aquelas instituições que possuem hospitais e unidades de atendimento começam a ter superlotação e não conseguem mais dar retorno com qualidade aos seus associados.

Todos pagam pesados tributos em tudo que consomem no Brasil e recolhem Imposto de Renda em dia, porém o retorno do governo para a sociedade é praticamente zero, senão for negativo.

Este problema não é exclusivo do Brasil, porém em muitos países ele foi sanado com simplicidade. A junção de esforços com honestidade, educação, vontade política e ética fizeram com que estes países tenham medicina de primeiro mundo com atendimento diferenciado a custo zero.

É o caso da Inglaterra, que possui um dos melhores sistemas de saúde do planeta ao contrário do Brasil, que tem o SUS, mas agora planeja na calada da noite troca-lo por um sistema hibrido que mais parece um enorme Frankstein que poderá piorar ainda mais o que já existe no país. Veja no link abaixo o que os ingleses têm e como conseguiram implantá-lo em toda Grã-Bretanha. Entrevista exclusiva para o cineasta americano Michael Moore.

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