14 de novembro de 2016

A vitória de Trump e suas consequências!

Tem políticos que aspiram
tornar-se Mickey Mouse...
Ser tão encantador que as pessoas
esqueçam que eles são ratos.
Autor desconhecido
A inesperada vitória de Donald Trump nas eleições dos EUA para presidente, pegou uma parte do planeta de surpresa, e os deixou atônitos com o que poderá vir pela frente na gestão do magnata do capitalismo americano.
A razão para isso foram as suas estapafúrdias declarações durante o decorrer da longa campanha eleitoral americana. Desde a escolha dos representantes dos dois maiores partidos (Democrata e Republicano) até a batalha final contra Hillary Clinton.
O bufão americano violou a ética, usou de mensagens de xenofobia pura, homofobia, racismo, machismo e tudo que você puder elencar em seus discursos obscuros e sem conteúdo.
Sua relação com as mulheres não é das melhores, após três casamentos e muitos processos por assédio sexual, agressão e comportamento completamente equivocado e torpe, destilou veneno contra sua adversária na campanha mais agressiva de todos os tempos nos EUA.
Trump é um milionário americano que enriqueceu atuando no ramo imobiliário e no mercado de investimento. Lançou sua candidatura pelo partido republicano pela primeira vez justamente nestas eleições de 2016.
Seu estilo de vida extravagante permitiu que ganhasse destaque na mídia mundial. Sua entrada no business show foi através da série televisa “The Aprrentice” apresentada no Brasil como “O aprendiz” onde fazia “O Chefe”.
Antes de ser candidato, sempre apoiou o partido republicano com doações milionárias, embora constem também doações aos democratas, inclusive Hillary Clinton em 2012.
Esse político de estilo conservador, com ideias apoiadas pela direita ultraconservadora, trouxe muitas preocupações ao mundo político. Falou em erguer um muro separando a fronteira dos EUA com o México, embora no dia seguinte a sua eleição, já tenha voltado atrás.
Falou em fechar a “Internet” para poder frear as ações do Estado Islâmico em solo americano. Disse que iria fechar as fronteiras americanas para os muçulmanos de todo mundo para proteger os EUA de atentados.
Claro que, uma coisa é falar bobagens na campanha, outra é enfrentar a realidade de um mundo nem sempre amável aos EUA, onde estão em jogo trilhões de dólares que fazem parte das relações comerciais entre os americanos e os demais países do planeta.
Ao invés de atrair investidores para a economia americana, ao invés de seduzir os possíveis parceiros comerciais e o mundo com propostas que valorizassem a ética, o meio ambiente e a solidariedade entre os povos, Trump, propõe que os EUA não assinem acordos para redução da poluição no planeta.
Pois é esse reacionário falastrão que irá governar uma das maiores economias do planeta, e a julgar pela sua campanha, o mundo terá que ficar atento aos seus movimentos, bem como dos diversos grupos terroristas que odeiam a Nação americana.
Muitos conservadores europeus, sul-americanos e nos demais continentes estão exultantes com a vitória da direita fascista, ultrarreacionária que relega o povo a um quinto plano e dá a indústria bélica, aos exploradores de petróleo e aos industriais gananciosos e sem ética toda atenção e recursos públicos.
Voltamos no tempo ao menos 50 anos com esse resultado da eleição americana. O futuro dirá o quanto o mundo civilizado estará ameaçado ou não a partir de 2017.

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