19 de fevereiro de 2016

Uma nova modalidade de "Cotas"

Podeis enganar toda a gente durante certo tempo;
podeis mesmo enganar algumas pessoas todo o tempo;
mas não vos será possível enganar sempre toda a gente.
Desde que as chamadas “Cotas” raciais foram instituídas nas universidades públicas do país, muitas discussões aconteceram com opiniões favoráveis e contrárias a medida do governo.
Diante deste fato, gostaria de propor ao governo que instituísse uma nova forma de “Cotas” para ser utilizada pelo povo brasileiro a partir das próximas eleições municipais.
A “Cota” para políticos honestos seriam proporcionais aos números de vagas em aberto nas Câmaras Municipais, Assembleias Legislativas e no Congresso Nacional, onde nos últimos cem anos existem carência deste tipo de parlamentares.
Temos parlamentares das bancadas governistas, bancada da bola, bancadas religiosas, dos corruptos, dos inúteis, dos poderosos, menos a bancada dos honestos em favor do povo.
Para poder instituir esta nova modalidade de “Cota”, seria imprescindível sabermos antecipadamente se existe no conjunto dos mais de trinta partidos políticos brasileiros políticos honestos. Sem essas informações teríamos cota zero nas eleições e a sociedade continuaria à mercê dos mesmos políticos de sempre.
Outra alternativa seria incluirmos pessoas honestas e de bem nas fileiras dos partidos políticos. Afinal de conta nas suas propagandas eleitorais durante o ano inteiro, eles dizem que querem nossa participação para poder efetuar as “mudanças” que o país tanto precisa.
Mas ficam no ar duas dúvidas cruciais para o êxito da medida:
1º Existe político honesto? Que seja comprometido com a sociedade, em especial o povo sofrido deste imenso país? Se existe, onde vive como se alimenta e o que faz fora da política?
2º Existe alguém honesto que queira participar do submundo da política brasileira, correndo o risco de ser confundido com os atuais parlamentares brasileiros?
Pelo visto a ideia de estipular “Cotas” para políticos honestos ainda vai demorar algum tempo até que possamos efetivá-la em nosso país. Melhor então, procurar com uma lupa grande um candidato decente, com projetos voltados aos interesses do povo a partir das eleições deste ano. Boa sorte!

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