29 de agosto de 2015

Bons adjetivos para qualificar governantes ruins!

As pessoas esquecerão o que você disse.

As pessoas esquecerão o que você fez. 
Mas elas nunca esquecerão como 
você as fez sentir. Autor desconhecido

Os nomes Pixuleco, Fuleco e Jabulani são alguns dos adjetivos que poderíamos usar para qualificar um dos piores governos do Brasil em todos os tempos. Os Bonecos podem ter nomes feios, mas nunca delinquiram nem nunca roubaram a esperança do povo brasileiro, então, não vamos exagerar e imputar a eles um peso maior do que podem suportar.

Diante de tanta iniquidade na vida pública nacional, em especial no Governo Federal, embora os demais poderes se esforcem muito para estar sempre acompanhando as “obras” do Executivo, fica cada dia mais difícil acreditar em algo que possa qualificar o PT.
Os adjetivos existentes na língua nacional são poucos e juntos não conseguem expressar aquilo que a sociedade brasileira em grande parte gostaria de dizer a plenos pulmões sobre a nefasta gestão petista desde 2002 até os dias atuais.
A inflação voltou com força total, algo que parecia ter sido erradicado do nosso vocabulário. O desemprego bate recorde assim como o déficit público e a balança comercial negativa. Sem contar a epidemia de corrupção que se alastrou e parece não ter cura.
Foi o Mensalão, depois veio o Petrolão Propinas S/A e fora aquilo que ainda não foi descoberto pelo Juiz Moro e sua tropa de elite. Claro que, a corrupção está enraizada em muitos segmentos da nossa sociedade, não é exclusividade da escória política nem da classe empresarial envolvida. Não nasceu com o PT, porém, com eles no poder cresceu assustadoramente.
Para taxar Dilma, Lula e o PT, podemos utilizar adjetivos simples, composto, primitivo ou derivado; em todos eles com certeza encontraremos apoio para nossa missão.
Um governo vazio, terrível, vil, infame, lento, horrível, inútil, vulgar, incapaz, confuso, complicado, perigoso, banal, insignificante, irritante, insuportável, trágico, enfadonho, tosco, deprimente...
Um grupo voltado para seus próprios interesses de poder, fraco de articulação, inexistente no que tange ao cumprimento de suas próprias metas e programas. Mentiroso, pois prega uma coisa e faz justamente o contrário daquilo que disse em palanque.
Venal, permissivo e completamente corrupto em suas raízes, traindo sua própria história. O que mais a classe média odeia no PT é o fato de que enquanto não era governo pregou à exaustão a ética, a moral e a política sem conchavos. Pregou o combate à corrupção e a defesa intransigente dos salários dos mais humildes, dos aposentados e a correção da tabela do I.R, sem contar que pregou o fim do aumento de impostos para o país.
Era tudo mentira, tudo safadeza de quem queria apenas o poder e por ele aparelhou estatais, se apoderou de estruturas sindicais, corrompeu e se deixou corromper. Rasgou seu próprio estatuto e jogou no lixo a esperança de seus eleitores pouco a pouco. Usou programas assistencialistas como forma de chantagear eleitores humildes.
Um partido que permitiu impunemente que militantes transportassem dólares até em cuecas. Viu dirigentes e parlamentares chafurdarem na lama e usufruírem do erário ou de propinas conseguidas junto a esquemas poderosos de licitações com empreiteiros para enriquecerem de forma ilícita.
Nada há que possa ser usado em defesa do partido que mais se envolveu com lama, corrupção e sujeira na história recente de nossa democracia. Não há adjetivos suficientes para denominá-los à altura de seu embuste.  

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