9 de março de 2013

Na república das bananas o crime sempre compensa!

Os animais selvagens não matam por esporte.
O homem é o único para quem a tortura e a
morte de alguém da mesma espécie é diversão.
James Anthony Froude

Desde que eles cometem os crimes até o cumprimento de suas penas todos os criminosos brasileiros sabem que na maioria das vezes compensou tê-los cometido. Independente da tipificação de seu crime ou até da pena definida em júri os meliantes já sabem com antecedência que será moleza.

O Brasil é um dos poucos países onde os criminosos possuem mais benefícios que os cidadãos comuns. Seja ele um relés bandido, um criminoso de alta periculosidade ou até um engravatado do colarinho branco. Não importa, será premiado com inúmeras benesses pelo sistema judiciário nacional.

Para começar nenhum facínora pode cumprir mais do que trinta anos de prisão em regime fechado no Brasil. Coisa de primeiro mundo, chique demais. Pode mandar matar a amante, esquarteja-la e depois jogá-la aos cães que mesmo assim, cumprirá parte da pena em regime semiaberto. No conforto e tranquilidade total.

Não importa o crime, não importo se foram uma ou mais vitimas do mesmo celerado, nossa justiça alega que não quer somente punir, mas sim recuperar o preso. Conversa mole, isso é conversa mole de quem é frouxo fraco e nunca teve um parente próximo morto com requintes de crueldade nas ruas do país.

Precisamos aprender que o Brasil é país de terceiro mundo, como tal não adianta querer ter Códigos penais ou Estatutos para menores baseados numa realidade distinta da nossa cultura, do nosso povo.

Na Bolívia, um país pequeno, atrasado e com mazelas infindáveis a maioridade penal é aos 14 anos de idade. Cometeu um crime depois de 14 anos vai sofrer as mesmas consequências de um adulto.

Assim é na Inglaterra, EUA e em tantos outros países pelo mundo afora. Chega de Redutores de Penas, basta de limites para tempo de prisão em regime fechado, chega de indulto indecente, nem que para isso seja preciso reformular todo o nosso sistema judiciário.

Nossas autoridades do Poder Executivo não estão e nem nunca estiveram preocupadas com a violência que campeia em nossas cidades. O Poder Legislativo é torpe, imoral e não possuem em seus DNA’s quaisquer resquícios de senso de cidadania. Neste meio fica o Poder Judiciário refém de seus marajás das supremas cortes em seus prédios suntuosos com mármore italiano e granito, distantes infindáveis quilômetros do cidadão comum que clama em silêncio por um pouco de justiça.

Chega de discursos vazios, chega de dizerem que possuem este ou aquele projeto pronto engavetado no Senado ou na Câmara. Deixem de lado suas riquezas, suas vidinhas nababescas e assumam pelo menos uma vez ao longo de seus mandatos algo importante para o nosso povo – SEGURANÇA PÚBLICA.

Senhores Desembargadores do Tribunal de Justiça do nosso país, por favor, acordem antes que estes mesmos criminosos que são beneficiados tragam para os senhores o desprazer de um velório de um filho, sobrinho, esposa, ou seja, lá com quem os senhores se importem.

Não podemos mais conviver com gente da espécie de Bruno, Macarrão, Bola, Suzane Von Richthofen, Nardoni, Gil Rugai, Roger Abdelmassih, Irmãos Cravinhos, Elise Matsunaga e tantos outros, sabendo que eles vão cumprir uma pena reduzida por culpa da omissão dos nossos Senadores, Deputados Federais, Governo Federal, Ministro da Justiça e todos os membros do sistema judiciário deste país.


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